eSIM de viagem, roaming ou chip local
Há três formas de ter dados móveis no exterior. Cada uma serve para um tipo de viagem; veja como elas diferem.
Roaming com a sua operadora
- Nada para configurar: seu celular se conecta ao pousar, com o seu número.
- Costuma ser o mais caro por dia ou por gigabyte, e as tarifas por uso podem ser bem mais altas que as de um pacote.
- Serve para uma viagem curta em que seu número precisa funcionar e o custo não importa.
Um chip local
- Muitas vezes o menor preço por gigabyte, com um número local.
- É preciso encontrar uma loja depois de pousar, e muitos países pedem passaporte para registrar o chip.
- Seu chip de casa sai do celular, a menos que ele aceite dois chips, então ligações e SMS para o seu número deixam de chegar.
- Serve para uma estadia longa em um só país.
Um eSIM de viagem
- Comprado e instalado antes de sair, pelo celular, sem loja e sem chip de plástico.
- Seu chip de casa fica no celular para ligações e SMS; o eSIM cuida dos dados.
- Só dados: não há número de telefone, então as ligações são feitas por apps como WhatsApp ou FaceTime.
- Seu celular precisa ser compatível com eSIM e estar desbloqueado para qualquer operadora.
- Serve para a maioria das viagens de alguns dias a algumas semanas, e para viagens por vários países com um plano regional.
Qual escolher
Para férias ou uma viagem de trabalho, o eSIM de viagem dá menos trabalho por um preço conhecido. Para meses em um só país, um chip local costuma custar menos. O roaming é a alternativa quando você não pode mudar nada no celular.